Poucos lugares no mundo traduzem tão bem a ideia de lua de mel quanto a Polinésia Francesa. Lagoas em tons de azul que parecem irreais, bangalôs sobre a água e montanhas cobertas de verde no meio do Pacífico. São 118 ilhas em cinco arquipélagos, e escolher bem quais combinar é o segredo de uma viagem inesquecível.

Bora Bora: o cartão-postal
Bora Bora é famosa pela lagoa turquesa em volta do Monte Otemanu e pelos bangalôs sobre a água, o símbolo das luas de mel na Polinésia. O voo direto de Papeete leva cerca de 50 minutos. Os dias se dividem entre snorkel com raias e tubarões-de-recife, passeios de barco pela lagoa e jantares à beira-mar.

Moorea: a ilha irmã de Tahiti
A cerca de 30 minutos de ferry de Tahiti, Moorea tem montanhas recortadas, baías profundas e um clima mais tranquilo. É uma ótima primeira parada para descansar do voo longo, com trilhas, passeios de barco e resorts com bangalôs sobre a água a preços geralmente menores que os de Bora Bora.

Taha’a e Tikehau: para ir além
Taha’a é conhecida como a ilha da baunilha, com plantações que perfumam o ar, e o acesso é por Raiatea, seguido de cerca de 30 minutos de barco. Tikehau, um atol no arquipélago de Tuamotu, tem areia rosada e uma vida marinha impressionante, a cerca de 55 minutos de voo de Tahiti. Incluir uma dessas ilhas dá à viagem um toque mais exclusivo e menos óbvio.
Quando ir e como chegar
A melhor época é a estação seca, de maio a outubro, com dias ensolarados e mar entre 27 e 29 °C. De novembro a abril é a estação úmida, com mais chuva em dezembro, janeiro e fevereiro. Não há voo direto do Brasil: os caminhos mais comuns são via Paris ou via Estados Unidos, como Los Angeles e San Francisco. Por isso, muitos casais aproveitam a conexão para alguns dias em outra cidade na ida ou na volta. Entre as ilhas, os deslocamentos são feitos com a Air Tahiti, que voa para 47 ilhas e atóis.
Documentos
- Visto: brasileiro não precisa de visto para até 90 dias
- Passaporte: deve valer pelo menos três meses após a saída
- Exigências: seguro saúde de viagem, passagem de volta e reserva de hospedagem
- Febre amarela: é exigido o Certificado Internacional de Vacinação de quem chega do Brasil
- Moeda: o franco do Pacífico (XPF), com paridade fixa em relação ao euro
Uma lua de mel na Polinésia envolve voos longos, conexões, voos internos com franquia de bagagem própria e a escolha da categoria de bangalô certa em cada ilha. Montamos esse roteiro com cuidado em cada detalhe, para que vocês só se preocupem em aproveitar. Antes de reservar, consulte seu agente de viagens.
Querem fazer a lua de mel na Polinésia?
Montamos a sua viagem para a Polinésia Francesa, com os voos, as ilhas certas para o seu estilo e os bangalôs sobre a água escolhidos a dedo.
Perguntas frequentes
Qual a melhor época para ir à Polinésia Francesa?
A estação seca, de maio a outubro, é a melhor época. De novembro a abril chove mais, principalmente entre dezembro e fevereiro.
Brasileiro precisa de visto para a Polinésia Francesa?
Não, para até 90 dias. Mas é preciso ter seguro saúde, passagem de volta, reserva de hospedagem e o certificado de vacinação contra a febre amarela.
Como chegar à Polinésia saindo do Brasil?
Não há voo direto. Os caminhos mais comuns são via Paris ou via Estados Unidos, como Los Angeles e San Francisco, até Papeete, no Tahiti.
Informações atualizadas em 14 de outubro de 2026. Regras de entrada, exigências de vacina e malha aérea podem mudar sem aviso prévio.