A China nunca esteve tão fácil para o brasileiro: dá para entrar sem visto por até 30 dias, a turismo ou a negócios, até 31 de dezembro de 2026. Mas quem chega sem preparo descobre rápido que o país funciona de um jeito próprio, do pagamento ao aplicativo de transporte. Separamos o que vale resolver ainda no Brasil. Para entender o contexto completo, leia também o nosso guia da viagem para a China.

1. Documentos em ordem
Sem visto não significa sem documentos. Leve passaporte com validade confortável (recomendamos pelo menos seis meses), passagem de saída do país e reservas de hotel, que podem ser pedidos na imigração. Tenha tudo impresso e também salvo no celular.
2. Cartão de chegada preenchido online
O cartão de chegada pode ser preenchido antes da viagem, no site oficial da imigração chinesa, e é gratuito. Desconfie de qualquer site que cobre pelo serviço.
3. Internet resolvida antes de sair
WhatsApp, Instagram e Google não funcionam normalmente com a internet local. A forma mais simples é usar um chip ou eSIM internacional, que costuma funcionar sem bloqueio. Teste tudo ainda no Brasil e mantenha um número que receba SMS, porque muitos aplicativos pedem código de verificação.
4. Pagamentos pelo celular
Na China, quase tudo se paga por QR code. Instale e configure o Alipay e o WeChat ainda no Brasil, vinculando um cartão internacional. Compras de valor maior com cartão estrangeiro podem ter uma taxa extra de cerca de 3%. Leve também um pouco de dinheiro em espécie para imprevistos.
5. Aplicativos de transporte e mapas
O DiDi faz o papel do Uber e funciona dentro do Alipay. Para mapas, o Amap ou o Apple Maps costumam ser mais precisos que o Google Maps. Trens rápidos ligam as principais cidades, e os bilhetes podem ser reservados com antecedência.
6. Endereço do hotel em chinês
Poucos motoristas falam inglês. Tenha um print do endereço do hotel escrito em chinês para mostrar no táxi e na recepção. Um tradutor com câmera, que lê cardápios e placas, também ajuda muito.
7. Tomadas e power bank
A voltagem é 220 V e as tomadas mais comuns são dos tipos A, C e I. Um adaptador universal resolve. Se a viagem tiver voos internos, atenção: os voos domésticos na China só aceitam power banks com o selo de certificação chinês 3C impresso no aparelho. As demais regras para carregadores estão em Power bank no avião.
8. Seguro viagem e fuso horário
Seguro viagem é indispensável em uma viagem tão longa. E prepare o corpo: a China está 11 horas à frente do horário de Brasília. Reservar o primeiro dia para descanso faz diferença no restante do roteiro.
Viajar com quem conhece faz diferença
A China recompensa quem chega preparado. Ao montar uma viagem para lá, cuidamos dos voos internos, trens e hotéis e entregamos ao viajante a lista do que precisa estar instalado e configurado antes do embarque. Antes de fechar a sua, consulte seu agente de viagens. Para empresários, estamos levando um grupo à China em abril de 2027; os detalhes estão no nosso guia.
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Montamos o seu roteiro completo, com voos, trens, hotéis e um guia prático de aplicativos e documentos para você chegar tranquilo.
Perguntas frequentes
Brasileiro precisa de visto para a China?
Não, para estadias de até 30 dias a turismo, negócios, visita a familiares ou trânsito, até 31 de dezembro de 2026. A imigração pode pedir passagem de saída e reserva de hotel.
WhatsApp funciona na China?
Não com a internet local. Com um chip ou eSIM internacional, os aplicativos costumam funcionar normalmente.
Qual tomada é usada na China?
A voltagem é 220 V e as tomadas mais comuns são dos tipos A, C e I. Um adaptador universal resolve.
Posso levar power bank em voo doméstico na China?
Sim, desde que o aparelho tenha o selo de certificação chinês 3C impresso e respeite os limites de capacidade.
Informações atualizadas em 13 de outubro de 2026. As regras podem mudar sem aviso prévio.